|
TESE SOBRE ORGANIZAÇÃO
ORGANIZAÇÃO 1) A União da Juventude Comunista ao Longo de sua reorganização, processo integrante na reconstrução revolucionária do PCB, buscou formas de organização possíveis ao seu desenvolvimento. 2) No XIII Congresso Nacional do PCB, com a aprovação de reorganização da UJC em nível nacional, e com a conseqüente constituição da Comissão Nacional Provisória da UJC, iniciou-se o contatos entre os jovens comunistas do PCB nos estados, assim como foi ativada a ligação da Comissão com as organizações estaduais já existentes da UJC. 3) A Comissão Nacional Provisória buscou, na elaboração das teses ao Congresso Nacional de Reorganização da UJC, identificar as possíveis formas de intervenção elaboradas em cada estado onde já existiam coordenações ou formas de direções da UJC, visando a constituição de uma UJC com identidade nacional. 4) Foi elaborada, assim, a intervenção da UJC na Juventude. Partiu de três frentes gerais de lutas, o movimento estudantil, o movimento de jovens trabalhadores e o movimento cultural, buscando através destas intervir de maneira qualitativa e potencializar nossa inserção no seio da juventude, levando-se em consideração o fato de a UJC estar se reorganizando. Portanto, precisava-se centrar esforços e buscar evitar a dispersão característica do momento em que a UJC se encontrava. 5) A forma de organização da UJC dividida em três frentes foi a possível – e necessária – para aquele momento de reorganização. Assim, a Coordenação Nacional cessante apresenta ao conjunto da militância um plano nacional de organização para ser discutido e debatido no fórum máximo de debates de nossa organização, o Congresso Nacional. 6) Plano preliminar Nacional de organização: 7) A União da Juventude Comunista, diante do processo de reorganização, encaminha para o conjunto de suas organizações estaduais um ponto de partida para o desenvolvimento de linhas gerais de atuações. 8) A Coordenação Geral Nacional da UJC compreende que tais orientações possuem apenas a atribuição de linhas gerais, por acreditar que o trabalho da UJC nas lutas do cotidiano, desenvolvidas pelas frentes de atuação, não podem ser engessadas. 9) Sobre a troca horizontal e vertical de informações: As UJCs estaduais devem trabalhar com uma política de circulação horizontal de informações: diante dos informes e notas de trabalho de direção, as informações devem circular entre todos os membros da coordenação estadual, indiferente de Comissão Política, Pleno e Suplência. No que tange o conjunto da militância estadual, os informes devem ser feitos no formato de boletim de informação/ organização, onde os informes devem ser sistematizados de forma que o conjunto dos militantes possua informes necessário para a militância. 10) Os Informes da Coordenação Estadual, assim como seus relatórios de atividades, devem ser enviados para a Coordenação Nacional, especificamente a Secretaria de Organização. Também devem ser cobrados da Coordenação Nacional os informes e relatórios das atividades da UJC em nível nacional e internacional. 11) É orientado às coordenações estaduais fazer uso de listas de e-mail de militantes no estado como forma de dinamizar e potencializar a circulação de informes gerais e a mobilização para o cumprimento das tarefas. 12) E vedado à extensão de discussões políticas pela Internet ou outro meio de comunicação digital. A rede, além de não poder substituir o papel dos fóruns políticos da organização, não representa um espaço seguro para os debates internos e discussões políticas da organização. 13) Sobre a atuação nas três Frentes 14) A UJC, em seu Congresso de Reorganização, aprovou como três as frentes nacionais de atuação que devem organizar o conjunto dos militantes nos estados (Movimento Estudantil, Movimento Cultural e Movimento de Jovens Trabalhadores).Todos os estados devem começar a organizar suas três frentes de atuação, organizando os militantes para as lutas nessas áreas. 15) Onde não houver militantes para a organização das três frentes, fica orientado que a coordenação estadual indique militantes para organizar a atuação da UJC nessa frente, iniciando uma política de recrutamento e de organização, além de traçar uma política de intervenção nessa área de acordo com linhas gerias da UJC. 16) As coordenações estaduais devem dar acompanhamento ao trabalho desenvolvido nas três frentes, buscando dar suporte político e assistência. 17) Sobre as lutas transversais 18) O fato de terem sido constituídas três frentes nacionais de luta não significa que a UJC não participará de debates e lutas não contempladas nas três frentes. Essas questões transversais, que passam pelas três frentes mas se ampliam para além delas, devem ser coordenadas de imediato pela coordenação estadual, ou por ela delegadas a algum militante com conhecimento de causa. 19) Se possível, devem ser constituído grupos de trabalho e até mesmo comissões auxiliares para melhor organizar a intervenção da UJC nesses espaços. 20) Sobre as Assistências: 21) A UJC estadual deve indicar assistentes, dentre seus membros, para acompanhas as mais diversas atividades empreendidas pela UJC em esfera estadual, desde as três frentes até mesmo o acompanhamento do trabalho nos municípios e macro regiões. A assistência fica regida pelo estatuto da UJC, assim como o papel dos assistentes e sua relação com os assistidos. 22) Sobre Cadastro 23) De acordo com o estatuto da UJC, devem ser promovidos periodicamente (como previsto no estatuto) os recadastramentos dos militantes da UJC nos estados. 24) Tal cadastro deve obedecer as linhas gerais e o caráter também extraordinário de recadastramentos nacionais. O Cadastro deve ser responsabilidade do Secretário de Organização estadual e do Secretário Político. 25) Orientação geral: 26) As Coordenações Estaduais devem criar um e-mail próprio, facilitando o contato da Secretaria Nacional da UJC com as mesmas. Tal conta de e-mail deve ser administrada pelo secretário político e pelo secretário de organização. 27) Para o seu atual momento, a Coordenação Nacional da UJC deve buscar avançar na sua estruturação, fortalecendo cada vez mais suas instâncias e seus espaços políticos. Assim, surge a necessidade de arejar o mapa interno da Comissão Política, assim como da política de assistência – até mesmo para acompanhar as novas demandas organizativas e políticas. 28) Novo Desenho da Comissão Política: a. Secretário Geral: b. Secretário de Organização: c. Secretário de Finanças: d. Secretário de Relações Internacionais: e. Secretário de Formação: f. Secretário de Comunicação: g. Secretário de Jovens Trabalhadores: h. Secretário de Movimento Estudantil: i. Secretário de Movimento Cultural: j. Comissões Auxiliares: k. Comissão de Organização (Secretariado) l. Comissão de Jovens Trabalhadores m. Comissão de Movimento Estudantil n. Comissão de Movimento Cultural o. Comissão de Relações Internacionais p. Comissão de Finanças q. Comissão de Formação r. Comissão de Comunicação e Imprensa s. Assistentes por Macro Regiões: t. Sul u. Sudeste v. Centro Oeste w. Nordeste x. Norte |